Imposto de Importação:

O que muda para azeite, massas e outros produtos?

Sumário

O governo federal está prestes a oficializar uma medida que pode impactar diretamente os preços de itens essenciais no Brasil. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) se reúne nesta quinta-feira (13) para concluir a isenção de imposto de importação sobre produtos como azeite de oliva, café, carnes e açúcar. O objetivo é reduzir os custos para o consumidor final e equilibrar a oferta desses alimentos no mercado nacional.

 

A decisão vem em um momento de atenção ao cenário econômico e pode influenciar não apenas o setor alimentício, mas também a indústria e o comércio. A medida foi anunciada na semana passada, mas ainda depende de ajustes técnicos para ser implementada de forma definitiva.

Quais Produtos Serão Beneficiados?

A proposta prevê isenção de alíquotas para diversos itens, entre eles:

  • Azeite de oliva (antes 9%)
  • Óleo de girassol (9%)
  • Sardinha (32%)
  • Biscoitos (16%)
  • Café (19%)
  • Carnes (10,8%)
  • Açúcar (14%)
  • Milho (7,2%)
  • Macarrão (14,4%)

A retirada do imposto sobre esses produtos visa aliviar os custos da cadeia de abastecimento e estimular a competitividade no setor.

Próximos Passos e oportunidades no setor alimentício

Além da isenção, o governo avalia outras ações para garantir que os benefícios cheguem ao consumidor final. Entre elas, estão o fortalecimento de estoques reguladores, incentivos à produção agrícola e a possibilidade de parcerias com supermercados para manter preços acessíveis.

Com essa mudança, o mercado de importação e distribuição de alimentos pode ganhar ainda mais dinamismo, criando novas oportunidades para empresas que atuam nesse segmento.

 

A ITA, sempre atenta às transformações do setor alimentício, segue conectando mercados e identificando possibilidades estratégicas para seus parceiros. Se você busca novas oportunidades nesse cenário, estamos prontos para explorar essas mudanças juntos.

Você sabia?

Sim! No Brasil, a produção de azeite de oliva, especialmente por pequenos produtores, pode se beneficiar de incentivos fiscais estaduais e federais. Esses incentivos ajudam a reduzir o custo de produção e estimulam o crescimento da indústria local, promovendo o consumo de azeite produzido no país e beneficiando o mercado interno.

Sim! O azeite de oliva brasileiro pode ter diferentes taxas de impostos, dependendo da sua classificação. Por exemplo, azeites de oliva extra virgem, que são os de melhor qualidade, podem estar sujeitos a uma tributação diferente da dos azeites de oliva refinados ou misturados.

Você sabia?

Sim! No Brasil, a produção de azeite de oliva, especialmente por pequenos produtores, pode se beneficiar de incentivos fiscais estaduais e federais. Esses incentivos ajudam a reduzir o custo de produção e estimulam o crescimento da indústria local, promovendo o consumo de azeite produzido no país e beneficiando o mercado interno.

Sim! O azeite de oliva brasileiro pode ter diferentes taxas de impostos, dependendo da sua classificação. Por exemplo, azeites de oliva extra virgem, que são os de melhor qualidade, podem estar sujeitos a uma tributação diferente da dos azeites de oliva refinados ou misturados.

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